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Depois de 17 palestras e 4 visitas a veículos, dá para resumir a situação em alguns ppontos:
1. O consumidor está muito ativo, senhor da situação e não aceita tão facilmente aquilo que lhe apresentado pelos meios sem ter a interatividade como aliada. Essa nova fase de mercado exige que o consumidor participe na formação de imagem de marcas.
2. A colaboração entre planejamento, criação e mídia no desenvolvimento das idéias é a tendência indiscutível.
3. A nova geração tem nas mãos a edição de conteúdo e a conectividade como traço marcante. A tecnologia simplifica as coisas e os sites comunitários ajudam a erguer ou afundar marcas.
4. A indefinição é geral quanto a real mudança do HDTV. O nó da coisa não está apenas na qualidade de imagem e novos cuidados de produção que poderão influenciar em custos, mas sim da interatividade da audiência. A Internet avança forte com Banda Larga.
5. O aparelho celular aliado a Internet, poderão se constituir em grande ferramenta de conteúdo para manter o usuário conectado ao mundo e a sua comunidade.
6. Com essa nova realidade de mercado, onde a mobilidade e o conteúdo ganham relevância, não há como continuar com os métodos e critérios de medição atuais.
É isso aí. Só nos resta ampliar o conhecimento, fazer sempre diferente e acompanhar tais movimentos com o máximo de gente focada no mesmo objetivo.
In Store Media – 15/Nov
João Pedro (Diretor de MKT – Cereja/ PRN) e Bill Lynch (PRN - mídia digital no pdv )
74% das decisões de compra aqui nos EUA são realizadas no pdv. Além disso, está crescendo o número de pessoas que vão ao supermercado sem listas de compras. O principal aprendizado da PRN (Thonson, empresa com sede em São Francisco) está no seu principal parceiro americano, Wall Mart, com 150 milhões de clientes por mês. Com essa bagagem, pretende expandir atuação e transformar o pdv em força de mídia.
Há necessidade de transformar o ato da compra em algo cada vez mais agradável. É preciso muito estudo para envolver o consumidor além do baixo preço ou oferta, pois o intuito com essa ação do pdv é aumentar o gasto per capta.
A instalação dos TV/monitores dentro das lojas do Wall Mart obedecem uma lógica de mensagens customizadas por setor de produtos. Além dos caixas, os aparelhos estão em zonas de alto tráfego, por exemplo, banca de bananas. A estrutura de conteúdo dos comerciais dedica menos da metade do tempo de 15" para os produtos em si. O modelo prevê eficácia apenas com alta frequência visando impactar o cliente enquanto estiver nas dependências da loja.
Planejam desenvolver áreas de grande trânsito para fazer comunicação cruzada para os consumidores. Almejam sempre ter mensagens novas para impactar o consumidor, pois além das pessoas que vão toda semana ao supermercado, há grande rotatividade de público em cada loja.
Objetivam crescer juntamente com as agências, que representam hoje em torno de 40% do faturamento. A importância é impactar o consumidor dentro da loja e não no restante da semana. Há uma combinação poderosa de esforço dos diferentes canais. A origem desse dinheiro para o pdv não necessariamente sai da verba de mídia, mas de outros pontos.
Mídia Digital Cereja-PRN tem acordo com o conteúdo da Globosat. No Brasil seu parceiro é o Carrefour - 27 milhões de consumidores por semana.